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OSASCO

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OSASCO 50 ANOS 

 

Data: 1 de setembro a 31 de dezembro de 2012

Horário: Segunda a sexta-feira as 7h10 às 21h50
               Sábados das 8h10 às 12h50 

Local: Biblioteca da FIEO
           Bloco Marrom
          Av. Franz Voegeli, n° 300, Vila Yara - Osasco- SP

Organização: Biblioteca da FIEO

 

O ACERVO DE OBRAS SOBRE OSASCOAs Bibliotecas Prof. Dr. Luíz Carlos de Azevedo e o Centro de Documentação Histórica de Osasco – CDHO-UNIFIEO- disponibilizam para mais de cem títulos entre livros, teses, monografias, TCCs e artigos sobre a cidade de Osasco, além de vasta série de jornais locais num total de 37 títulos, algumas coleções de revistas, mapas, vídeos, fotografias e documentos variados. Pouco mais de 60% dos títulos dos livros remetem ao passado de Osasco. São histórias, memórias e relatos sobre o cotidiano da cidade. Desse total, expressiva parte discute Osasco após a emancipação, ou seja, após 1962. O mais interessante é notar que 75% dessas obras foram publicadas no novo milênio e somente os 25% nas décadas de 80 e de 90. Se o predominante são obras escritas por osasquenses, essa não era a regra na década de 80, quando praticamente tudo o que se escreveu foram dissertações e teses publicadas na Universidade de São Paulo ou Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

A Biblioteca da FIEO foi compondo o seu acervo sobre Osasco conforme a demanda dos cursos, dos professores, dos alunos, da comunidade osasquense, bem como agregando as doações dos autores. Acadêmicos, graduandos, políticos, pesquisadores osasquenses e moradores escreveram sobre a cidade, contudo, parece que distribuíram entre si os temas. As memórias tem sido produzidas pelos políticos e moradores, as histórias da cidade, de seus bairros e de seus personagens estão a cargo dos pesquisadores e do poder público. Os acadêmicos produziram sobre os movimentos sociais da cidade e a sua estruturação física, econômica, social e educacional.

Por essas obras Osasco é lembrado principalmente pelas fábricas, pela greve da Cobrasma, pelos imigrantes e por Antônio Agu. Mas não espelham a cidade hoje, que tem recebido uma expressiva população de migrantes e que conta com um forte setor terciário - com os bancos, super mercados, televisões e shopping centers - responsável pelo município ter o 4º. maior PIB do Estado de São Paulo e o 12º. do Brasil.

Quando avaliamos as monografias, os trabalhos de final de curso -TCCs- e dissertações defendidas nos UNIFIEO, bem como os artigos publicados nas revistas da graduação e pós graduação da Instituição, todos disponíveis na Biblioteca da FIEO ou no CDHO, um outro Osasco também nos é revelado. Passamos a conhecer sobre os parasitas que afligem nossas crianças, sobre os idosos de Osasco, os trabalhadores, o turismo, o comércio, o esporte, sobre as áreas verdes do município, o impacto de conjuntura econômicas sobre a população osasquence, sobre a relação de Osasco com a federação, sobre a visão dos moradores a respeito da cidade, sobre a incidência de animais selvagens na urbe, sobre as instituições de ensino superior que se distribuem por seuterritório, sobre os grupos de teatro, sobre o arquivo histórico, a construção civil e a poluição do Bussocaba entre uma centena de temas.

Para uma cidade que já tem 50 anos, essas obras revelam que Osasco ainda está construindo a sua memória, singularizando a sua formação e buscando reunir um arcabouço de dados e de reflexões para pensar e propor caminhos a seguir.

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